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Montadoras no Brasil: o investimento no setor será afetado após a Covid-19?

O setor automobilístico é gravemente afetado pela pandemia e pela crise política. Como as montadoras no Brasil lidam com essa situação? Saiba em nosso blog!

A pandemia causada pela Covid-19 paralisou o mundo inteiro. Por isso, as suas consequências prejudicaram diversos setores da indústria. As montadoras no Brasil, por exemplo, se depararam com a redução de investimentos de fabricantes, o que afeta diretamente o seu trabalho.

Diferente de outras crises, em que seções distintas eram abaladas em momentos variados, as empresas e suas matrizes estão lidando com os efeitos do novo coronavírus ao mesmo tempo.

Esse fator dificulta a criação de planos de ação para contornar a situação. Mas isso não quer dizer que o cenário seja totalmente desanimador. Existem algumas medidas que procuram auxiliar as montadoras no Brasil e acelerar o seu processo de recuperação.

Pandemia e crise política geram recuperação lenta

A pandemia não é o único problema enfrentado pelo Brasil. A crise política também prejudica o setor automobilístico. Por isso, o investimento em negócios do país sofre uma queda.

Isso implica em dificuldades para as montadoras, fábricas e empresas locais. Entretanto, tal adversidade oferece maiores riscos àqueles que já vinham sofrendo com questões financeiras e administrativas.

Negócios que possuem processos bem definidos poderão encontrar soluções de maneira mais eficiente e poderão triunfar mesmo diante de fatores externos que interfiram em seu trabalho.

Redução de produção no setor automobilístico

O setor automobilístico atua em uma área que trabalha diretamente com o sonho das pessoas. Grande parte da população tem como objetivo possuir um carro próprio, e é por isso que o setor automotivo não para. Mas isso não significa que ele passa ileso pela crise.

A diminuição da produtividade é um grande problema enfrentado atualmente, e resulta na queda de novos automóveis. O reajuste nos valores dos veículos se tornou uma necessidade, e até mesmo empresas grandes, como a General Motors e a Volkswagen precisaram rever a sua tabela de preços.

De acordo com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), em maio, a produção na área automotiva diminuiu em mais de 90% quando comparada ao mesmo período em 2019.

Mesmo assim, é importante reforçar que o trabalho nessa área não foi paralisado. Embora a produção ativa dos automóveis tenha diminuído consideravelmente, outros departamentos estão trabalhando dobrado para garantir que a recuperação seja a mais rápida possível.

Além disso, a retomada do trabalho das montadoras em julho representa um crescimento bastante significativo quando comparado aos meses anteriores.

Como vai funcionar o apoio a montadoras no Brasil?

A retomada da economia é uma das maiores preocupações do governo brasileiro. Sendo assim, algumas medidas procuram oferecer um incentivo para que indústrias retomem as suas atividades.

Vários pacotes vêm sendo fechados com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para prestar apoio nesse momento crucial.

É previsto, por exemplo, que as montadoras no Brasil recebam um socorro de R$4 bilhões de reais.

Além disso, também é possível negociar maiores linhas de crédito diretamente com a instituição. Dessa forma, a necessidade específica de cada empresa pode ser suprida com maior facilidade e assertividade.

Esse apoio procura manter o setor funcionando enquanto os investimentos estão reduzidos ou paralisados. Além da área automobilística, esses fundos também estão sendo fortemente destinados às companhias aéreas e empresas de energia.

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A Metagal, líder no mercado de espelhos retrovisores e no desenvolvimento de câmeras para monitoramento veicular, é um exemplo da constante busca por inovação. Há mais de 50 anos no setor, a empresa investe pesado em pesquisas, capacitação de seus profissionais e novas tecnologias automotivas.

 

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