Saiba tudo sobre o carregamento de carros elétricos

Com a popularização dos carros elétricos, surgem dúvidas sobre o seu uso. Explicamos como funciona o abastecimento energético em nosso blog.

Os carros elétricos são uma das grandes tendências do mercado automotivo. No Brasil, a população ainda está se adaptando à tecnologia, mas os modelos devem ganhar espaço pouco a pouco.

De acordo com o relatório da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, a Anfavea, a venda deste tipo de veículo no país cresceu 58,9% em 2018.

Já em nível global, apenas no primeiro trimestre de 2018, a frota de veículos elétricos aumentou 55% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os números são da empresa EV Volumes, um banco de dados destinado unicamente às vendas da tecnologia.

Os números são animadores, ainda mais se considerar o espaço que existe para crescimento. E, enquanto atravessamos a fase de adaptação, algumas perguntas surgem quanto a usabilidade desses carros.

Na prática, como são carregados os carros elétricos?

Os motoristas podem carregar seus carros em tomadas comuns, como as domésticas. Nesse caso, o carregamento leva de seis a oito horas em 220 volts. Já na voltagem 110, levaria cerca de 20 horas.

Existe também a recarga rápida, que pode ser feita em estações preparadas, na sua cidade. O tempo é drasticamente reduzido: leva cerca de 30 minutos para carregar 80% da bateria do veículo, graças ao padrão de 500 volts e 125 ampères.

Onde é melhor abastecer os veículos? 

O ideal é carregar os carros elétricos em casa, especialmente durante a noite, e deixar as estações para situações de necessidade.

Isso porque fazer a recarga fora da própria residência tem um custo. E mesmo que recarregar as baterias seja consideravelmente mais barato do que encher o tanque de gasolina, ainda assim é um gasto adicional.

Fuja da ideia de que as cidades do futuro terão tomadas à vontade em qualquer ambiente. A realidade é que, de fato, não existirá carregamento grátis.

A infraestrutura deve contar com diversos postos de recarga, sim, mas todos pagos.

Nos Estados Unidos, a maior parte deles funciona por meio de aplicativos instalados em seu smartphone, por onde os condutores realizam os pagamentos e validam o abastecimento.

Como é feito no Brasil? 

Aqui no Brasil, já existem estações próprias para esse carregamento em grandes cidades como São Paulo e Rio de Janeiro.

Recentemente, foi construído um corredor de estações de recarga rápida na Rodovia Presidente Dutra, que conecta as duas cidades. São seis postos espalhados por mais de 430 quilômetros.

O custo do trajeto com carros elétricos cairia para um quarto do valor usado no combustível. A iniciativa, provinda de uma parceria entre a EDP e a BMW do Brasil, contou com o investimento de R$ 1 milhão.

Como pode ser daqui alguns anos? 

As empresas estudam abastecer os carros com energia solar! A estimativa é de que, em 20 anos, seja possível transformar a luz do sol em eletricidade por meio da lataria dos veículos, gerando energia suficiente para a locomoção.

Já a indução eletromagnética, em que o carro estaciona sobre o painel de indução e a recarga ocorre pelo campo magnético é possível, mas extremamente custosa.

Enquanto tais meios alternativos ainda não são viáveis, resta aos motoristas abraçar iniciativas como a da BMW e apostar no carregamento disponível!

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A Metagal, líder no mercado de espelhos retrovisores e no desenvolvimento de câmeras para monitoramento veicular, é um exemplo da constante busca por inovação. Há mais de 50 anos de no setor, a empresa investe pesado em pesquisas, capacitação de seus profissionais e novas tecnologias.

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